Caros leitores, após muito tempo longe, cobranças, xingamentos, promessas e fotos perdidas, o Contrafilé está de volta. Mesmo. Dessa vez, o anúncio não é fruto de mais uma promessa desesperada, amorosa e descabida do Edu. Não. Nós nos encontramos, comemos uma feijoada de berinjela, nos organizamos e agora temos uma promessa pra valer: 1 post por semana ou o seu dinheiro de volta. Ok, ninguém paga nada para ler. E também foda-se. Mais do que um compromisso com vocês, assumimos esse compromisso com nós mesmos (agora vem uma parte fofinha do texto), afinal, nós adoramos escrever no Contrafilé e somos amigos. 1 post por semana significa mais textos, mais amigos e, logo, mais felicidade para todos nós. Para garantir postagens semanais e resolver um mal crônico de esquecimento de câmera, após muita discussão,

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chegamos a uma solução brilhante: comprar iPhones – um pra cada. Com a solução para as postagens resolvida, agora precisamos focar no novo problema do Contrafilé: como conseguir 4 iPhones com R$500,00, 2 VR, um PS2 com 1 controle e um patinete seminovo de um dos integrantes em caixa? Mas isso é assunto para outro post. Vamos ao que importa, a nossa volta.

Renascer das cinzas é algo que deve sempre ser feito com muito estilo. A nossa volta de hoje não foge da regra, tinha que ser especial.
Pãm, pãm, tãm, tããããm, tããããããm

Depois de 1 ano e 4 meses de blog, chegou a hora de estrearmos o filtro “De Gala”.

Desde o dia em que lançamos o Contrafilé, sempre me perguntei quando isso aconteceria e quem seria o desbravador. Muitas situações me passaram pela cabeça. Um pedido de casamento. Um jantar com os sogros. Uma promoção do Peixe Urbano. Um aniversário de namoro. Uma coroa tentando seduzir algum integrante solteiro. Um coroa tentando seduzir algum integrante solteiro. Nada disso. Como na vida, entre tantos cenários e planos, o post “De Gala” simplesmente aconteceu, quase que por acidente (até porquê não abriria minha carteira para fazê-lo de caso pensado).

 

“Nenhum post foi encontrado. Essa imagem nunca mais se repetirá”

“Nenhum post foi encontrado. Essa imagem nunca mais se repetirá”

 

Era um sábado, faltavam algumas horas para o meu aniversário. Curitiba era como Antonina fora de temporada. Todos ainda estavam na praia soltando foguetes, fazendo promessas ou passando hidratante com aroma de morango nas queimaduras. Eu não (pelo menos na parte dos foguetes). Estava na cidade a trabalho e tinha um aniversário para “comemorar”, nunca fui muito bom nessas coisas – consequência de nascer no começo do ano. Eu e minha namorada estávamos em casa e decidíamos o que faríamos a noite. Alguns minutos vasculhando o Facebook e as agendas culturais vazias – Reinauguração do Wonka, aí vamos nós. Mas antes, era preciso comer.

Tanto eu quanto ela não estávamos no espírito e no ímpeto financeiro de um grande jantar. A ideia era comer algo leve, não muito caro, mas que pudesse ser acompanhado de um vinho ou o que valha, era nosso tempo de férias. Pensamos em 2 ou 3 nomes e partimos para a janta de passagem – todos fechados. O tempo passando. A fome apertando. E a folga que calculamos para chegar mais cedo no Wonka e não pegar fila (mesmo sabendo que não teria fila) se perdendo. Já quase apelávamos para o Spaghetto e um nhoque que nos levaria a nocaute quando ela soltou um comentário: “Parece que tem um indiano, tailandês legal aqui na Saldanha Marinho. Várias pessoas já deram check-in lá. E esses dias passei na frente e parecia bem susse (leia-se, financeiramente acessível). O que acha?”. “Hum, será? Não manjo muito de culinária tailandesa. Mas geralmente esses asiáticos são bem vegetarianos. Acho que vale tentar”. “Ah, vamos entrar e ver o que tem no cardápio”. “Boa”. Viro no rua indicada por ela e vemos algumas luzes acesas no suposto local. A fachada é discreta e ficamos meio sem saber se era um restaurante, bar, casa ou centro de diversão noturna. Demoramos tanto para raciocinar que passamos do local. Mais uma volta na quadra, uma vaga na rua e decidimos ir até a porta para ver. Sim, era um restaurante. Pergunto para a hostess: “Tem opção vegetariana no cardápio”. “Sim, temos algumas coisas, senhor. Talvez não o menu completo”. “Posso dar uma olhada no cardápio?”. “Claro, vou colocar vocês na mesa. Já levo lá!”. Pém. Fomos pegos.

 

“A fachada discreta esconde os decks e riachos.”

“A fachada discreta

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esconde os decks e riachos.”

 

Ao entrar no restaurante, meu instinto pão duro é acionado. O lugar é bonito. Para Caralho. A decoração é absurda, com direitos a riachos, decks, grafites nas paredes e luminárias com cara de locação chique de filme do Jackie Chan (esqueci de tirar fotos do ambiente, grande erro. Se tiver curiosidade em conhecer, clique aqui e veja algumas imagens que caíram na net: http://bit.ly/VJS316). Peguei uma foto no gastronomiaefotografia.com.br para ilustrar. A minha mesa ficava um pouco à direita da escada.

“Ambiente tipo locação chique de filme do Jackie Chan”

“Ambiente tipo locação chique de filme do Jackie Chan”

Deve custar caro, penso eu com um sorriso no rosto, na tentativa de disfarçar a dor. Sentamos na mesa e recebemos os cardápios, bem bonitos por sinal (nada rebuscado). Começo a olhar as opções e logo desço o olho para o canto esquerdo do papel. “Lagundri Contemporâneo”. “Fodeu, penso eu”. Já havia ouvido falar do Lagundri uma porção de vezes. Um restaurante top, comida sinistra, ótimo pra levar a namorada, totalmente fora do meu poder aquisitivo. Respiro fundo e tento encontrar uma solução no cardápio – uma água sem gás ou uma bola de sorvete. Até que com olhos de águia localizo uma opção vegetariana – “Nasi Goreng”: arroz frito, muitos legumes, castanha do pará. Vou deslizando os olhos pelos ingredientes até que encontro as opções finais (de carne) e os preços. Porco, Camarão, Frango, entre outros animais. Com preços orbitando a casa entre R$60,00 e R$90,00 (prato individual). Deslizo mais um pouco e vejo a salvação. Sinto a presença de Buda em mim. Vegetariano – R$30,00. É esse mesmo. Sem entrada, sem sobremesa. Puta golpe de sorte. Estávamos num lugar bacana e não precisaria tentar negociar meu celular na hora de pagar a conta. A felicidade era tanta que resolvemos pedir um Vinho Branco. Ok, pessoal. Baixou o espírito patrão em mim. Era meu aniversário.

“Ok, pessoal. Era meu aniversário”

“Ok, pessoal. Era meu aniversário”

Passo os próximos minutos observando e explorando o local. É realmente bacana. Nada pomposo, tudo tranquilo e com cara de filme. Logo o vinho chega à nossa mesa, uma bela (e honesta) indicação da garçonete. Balde de gelo, taças em punho, velas na mesa. Saímos de casa para comer algo para matar a fome e agora estávamos em um verdadeiro jantar de aniversário. Romantismo acidental. Mas ainda um romantismo. A mesa é preparada e logo me vejo em apuros – só tenho “hashis” a disposição. Sempre tive dificuldades em comer usando coisas que não sejam talheres da Tramontina. Chamo o garçom e pergunto: “Cara, não rola um talher?”. Ele me responde: “O teu é o Nasi Goreng, né?”. Não lembrava do nome do prato na hora e não tinha ideia do que ele queria dizer, mas concordo. “Ah, serviram vocês errado. Não precisa do Hashi. O Nasi vem com uma colher tailandesa”. Penso, porra, talheres importados. Logo o prato vem e sou apresentado a tal colher.

“Nasi Goreng e a tal colher tailandesa”

“Nasi Goreng e a tal colher tailandesa”

A apresentação é impressionante. Num olhar chulo, o Nasi Goreng é uma gororoba. Mas uma gororoba bonita e disposta em um caos harmônico. Uma pequena montanha de comida, com uma colher com aspecto de scoop. Ok, hora de mandar ver.

O prato é delicioso e bem servido. Demoramos até visualizar o final. E as poucas pausas que fizemos foram apenas para dizer: “Caramba, a gente se deu muito bem”. Comida boa, vinho massa, balde de gelo na mesa, um riacho correndo próximo a nossa mesa. Enfim, depois de anos, uma comemoração de aniversário. Mas ainda tinha mais.

“Envelhecendo like a boss”

“Envelhecendo like a boss”

Já era próximo da meia-noite, poucas mesas ainda ocupadas. O garçom nos oferece a sobremesa e eu pergunto na maior cara de pau, achando que estava no Beto Carrero: “Aniversariante ganha alguma coisa?”. “Hum, preciso ver”. Se passam alguns minutos e nenhum pronunciamento. Ok, já aceitava pagar a sobremesa. Chamo uma outra menina e peço pelo cardápio. Ela se embaraça e acaba entregando a surpresa – minha sobremesa estava chegando à mesa. Recebo os cumprimentos e o mais importante: um sorvete servido em um recipiente de chocolate e cercado de calda de algo que, penso eu, seja amora ou frutas vermelhas. Caramba, como é bom. Viro a meia noite com sorvete na boca, carinho da namorada e o som dos riachos asiáticos correndo próximos da minha mesa.

“Presente de aniversário do Lagundri. A foto não favoreceu”

“Presente de aniversário do Lagundri. A foto não favoreceu”

Pedimos a conta. Nada de sustos, algo próximo de R$60,00 por pessoa. Um preço alto para um jantar, claro. Mas um negócio da China (ou da Tailândia) para uma noite como essa, em um lugar como esse. Por isso, fica a dica quente. Quando precisar comemorar algo, conquistar o sogro ou pegar alguém, vá de Nasi Goreng. Vá de Lagundri.

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5 Responses

  1. Vinicius says:

    Restaurante sensacional, moro em Curitiba há 2 anos e, pelo menos até agora, é meu restaurante favorito na cidade. Deu sorte de encontrar um bom prato a um preço melhor, o padrão do restaurante de fato é bem mais caro, não dá pra ir toda hora 🙂

  2. Enio Motta says:

    Come bem, lugar massa e quem prepara tua comida é ninguém menos que Thiago Barbosa, ilustre baterista da banda de folk Rosie and Me, HAHAHAHAHAHAHAHAHA…é sério.

  3. Alexo says:

    Gente do Contra File… não falta falar quem fez o post ou é pra ser assim mesmo? Ou eu que não achei? rs… mas legal… esse restaurante é fantástico mesmo… fui apenas uma vez e desde então tenho preparado meu bolso pro retorno… rs…

  4. mariana says:

    Aehh TB kero ir la

  5. 192.168.01 says:

    Obrigada pela dica, fui lá semana passada e AMEI!